Se não sabes o que sentes, sente o que sabes, somente
Torna-te indigente, constrói de novo perspectivas de vida,
Esquece que lá habita, o preconceito de amar sem razão.
Não procuro o perdão, não, anseio pela pura verdade
Paixão com especificidade, que reclame anseios passados.
São tristes todos os fados, se são, não fazem qualquer promessa
Pois são o que interessa, na música que bate em peito esbatido
Como bem adquirido, fugídio e efémero como sabão e bolha
Venha o diabo e escolha, por lá não volto a cantar.
Torna-te indigente, constrói de novo perspectivas de vida,
Esquece que lá habita, o preconceito de amar sem razão.
Não procuro o perdão, não, anseio pela pura verdade
Paixão com especificidade, que reclame anseios passados.
São tristes todos os fados, se são, não fazem qualquer promessa
Pois são o que interessa, na música que bate em peito esbatido
Como bem adquirido, fugídio e efémero como sabão e bolha
Venha o diabo e escolha, por lá não volto a cantar.
1 Comentários:
Às 10:46 da tarde ,
moira disse...
ena pá! não te conhecia esta faceta. muito bom!
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